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RUY DE CARVALHO, ESTA NOITE, NO TEATRO DE VILA REAL

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  Registo da passagem de RUY DE CARVALHO , esta noite, pelo Teatro de Vila Real , em diálogo com a plateia De pai, oficial militar , vilarealense , mãe , pianista (com aulas com Vianna da Mota ), lisboeta, e avó alentejana – região de que o actor é embaixador -, Ruy de Carvalho, nascido na capital portuguesa, com formação no Conservatório e em palco desde meados dos anos 40, disse, esta noite, em tom beirão, no pequeno auditório do Teatro de Vila Real , um excerto do “ Monólogo do Vaqueiro ”, do ourives Gil Vicente – a trabalhar na Póvoa do Lanhoso (assim homenageando o povo português, a quem, por diversas vezes, teceu loas). Evocado ficava, outrossim, desta sorte, o primeiro teleteatro português, em 1957 , na RTP , precisamente com a interpretação, com o “ Auto da Visitação ”, daquele que a 1 de Março próximo completará 98 anos. Ele que com “ Rei Lear ” seria premiado internacionalmente – e, quando foi convidado a representar fora de Portugal, Ruy de Carvalho ponderou fazê-lo,...

ANTÓNIO VICTORINO D'ALMEIDA NA 'CONVERSA DE BASTIDORES', ONTEM, NO TEATRO DE VILA REAL

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  A ‘ Conversa de Bastidores ’, integrada, desta feita, no Ponto de Guitarra , ao fim da tarde de ontem no Teatro de Vila Real , foi com o Maestro António Victorino d’Almeida que, moderado por Jorge Castro Ribeiro (musicólogo), deixou ideias, escolhas, histórias como as que se seguem: - De todas as artes, a música será “a mais abrangente” (ou das mais abrangentes), na medida em que, por exemplo por referência à literatura (mediada por diferentes línguas/culturas), não necessita de tradução e chega a todas as pessoas (e estas, de uma forma ou outra, entendê-la-ão); - Em todos os géneros musicais se faz, e pode fazer, música de qualidade, e em todos os estilos de música há, igualmente, peças de grande, mas também de fraca, qualidade. Para António Vitorino d’Almeida , um exemplo, de elevada qualidade, inserido em músicas criadas para terem dois/três/quatro minutos – e, portanto, não peças propriamente para 50 minutos, como outro estilo musical reclama –, é o da canção, interp...

PORTUGAL E A MÚSICA: FERNANDO C.LAPA E CARLOS AZEVEDO, NA "CONVERSA DE BASTIDORES", DO TEATRO DE VILA REAL

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  PORTUGAL E A MÚSICA: FERNANDO C.LAPA E CARLOS AZEVEDO NAS "CONVERSAS DE BASTIDORES", DO TEATRO DE VILA REAL Esta noite, na terceira sessão do ciclo “Conversas de bastidores”, no Teatro de Vila Real, a escutar os compositores Fernando C. Lapa e Carlos Azevedo , naturais de Vila Real, moderados por Carla Carvalho . De Portugal, emigram, hoje, muitos músicos e de excepcional qualidade, resultado, por um lado, da extraordinária evolução da formação em música no país (do crescimento exponencial, nas últimas duas décadas, de escolas de música, mais de 100, espalhadas pelo território nacional) e, por outro, da ausência de demanda que permita aproveitar/fixar “a capacidade instalada”. Neste contexto, sublinha-se a ausência de um número bastante de orquestras em Portugal (capazes de contratar, por tempo indeterminado, um conjunto de músicos que possam viver, profissionalmente, em exclusivo, de tal vínculo; tal ocorre, pois, em casos muito contados). Do mesmo modo, a ausência de um...